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Renato Sousa


Início / Novidades / JORNAL DE ANGOLA 06/01/09

JORNAL DE ANGOLA 06/01/09

Contributo de: cesarmota Offline
Tópico: Novidades
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meninas da vida desprevenida

ACHEI INTERESSANTE DAR A CONHECER PARTE DO ARTIGO PUBLICADO NO JORNAL DE ANGOLA DE 06/01/09, PARA VER SE AINDA SE LEMBRAM DO NOME DE ALGUNS LOCAIS



Prostituição invade ruas da cidade

António Pedro |

Durante semanas a fio andámos pelas ruas de Luanda, para percebermos o mundo das prostitutas. Nalgumas zonas, o visual das “meninas da vida desprevenida” atrai até o mais distraído dos homens. Noutras áreas a falta de higiene afugenta os clientes. As meninas menos higiénicas são encontradas junto à zona da Chicala, à entrada da Ilha de Luanda, na parte traseira da Fortaleza, e noutros pontos da Baixa da cidade.
Junto à discoteca Zorba e por trás do Hotel Turismo, às portas da discoteca D. Quixote, na Baixa da cidade, é possível encontrar as prostitutas mais caras, com roupa de “grife”, perfume de marca, sobretudo às sextas-feiras. Outro “ponto de encontro” é a discoteca W-Club (ex-Chiwawa), ao Miramar.
Os preços que as “prostitutas de luxo” praticam só assustam quem lida com a situação pela primeira vez. O preço de “uma rápida”, ronda os quatro mil kwanzas. As meninas só reduzem o preço, se ao cair da madrugada tiverem registado pouca clientela. Carros de quase todas as marcas e modelos, até dos mais caros, são vistos a altas horas da noite a circularem pela cidade à procura de prostitutas. O serviço de uma prostituta, por noite, pode custar até cem dólares.
A Polícia Nacional anda a “travar” o negócio nas ruas de Luanda, mas elas têm meios sofisticados para escapar dos agentes policiais.
Na noite de uma sexta-feira, junto à discoteca Palos, parámos a viatura, respondendo ao sinal de uma prostituta. Durante a conversa, Ana D. soltou uma carta importante do seu baralho de segredos: “se concordares, ficamos numa boa em minha casa e sempre que quiseres é só me ligar. Assim, evitas procurar gajas em vão”. E disse mais: “se quiseres um trabalho bem completo, incluindo strip tease, podemos negociar outro preço”.
Descobrimos que funciona um circuito de prostituição ao domicílio, e Ana D. está nesse circuito. Os aposentos são no Bairro Azul. A mobília é de qualidade. Ana disse que deixou de trabalhar há dois meses numa loja de roupas. Para “curtir” com um cliente durante uma noite, na sua casa, a jovem prostituta cobra 150 dólares. Revelou que nem sempre é possível cobrar tal preço, “tudo depende das circunstâncias”, frisou com um sorriso atraente.
Paula veste mini-saia preta e uma blusa da mesma cor. Tem cabelos longos e voz afectuosa: “se não és medroso podemos ir para minha casa, mas vais pagar 100 dólares”. Paula diz que “atende” nove clientes por dia, e ainda lhe sobra a noite para um “serviço especial”.
Mora no Bairro Mártires de Kifangondo e a casa tem uma decoração avermelhada e romântica. É tudo muito limpo e asseado. Põe um CD de Celine Dion e logo a seguir avança Bonga. Paula garante que a sua família não sabe da sua vida e nem sempre anda no “negócio”.
Tal como a Ana, Paula exige sempre aos clientes o preservativo: “não é qualquer um que trago a casa. Às vezes o coração dá um palpite que vale a pena e nunca me enganei ”.
A nossa reportagem registou casos semelhantes de prostitutas que praticam o serviço/negócio do sexo no domicílio, particularmente às sextas-feiras e sábados. Aos domingos, a maré é baixa e quase não aparecem clientes.

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Prostituição invade ruas da cidade

António Pedro |

Durante semanas a fio andámos pelas ruas de Luanda, para percebermos o mundo das prostitutas. Nalgumas zonas, o visual das “meninas da vida desprevenida” atrai até o mais distraído dos homens. Noutras áreas a falta de higiene afugenta os clientes. As meninas menos higiénicas são encontradas junto à zona da Chicala, à entrada da Ilha de Luanda, na parte traseira da Fortaleza, e noutros pontos da Baixa da cidade.
Junto à discoteca Zorba e por trás do Hotel Turismo, às portas da discoteca D. Quixote, na Baixa da cidade, é possível encontrar as prostitutas mais caras, com roupa de “grife”, perfume de marca, sobretudo às sextas-feiras. Outro “ponto de encontro” é a discoteca W-Club (ex-Chiwawa), ao Miramar.
Os preços que as “prostitutas de luxo” praticam só assustam quem lida com a situação pela primeira vez. O preço de “uma rápida”, ronda os quatro mil kwanzas. As meninas só reduzem o preço, se ao cair da madrugada tiverem registado pouca clientela. Carros de quase todas as marcas e modelos, até dos mais caros, são vistos a altas horas da noite a circularem pela cidade à procura de prostitutas. O serviço de uma prostituta, por noite, pode custar até cem dólares.
A Polícia Nacional anda a “travar” o negócio nas ruas de Luanda, mas elas têm meios sofisticados para escapar dos agentes policiais.
Na noite de uma sexta-feira, junto à discoteca Palos, parámos a viatura, respondendo ao sinal de uma prostituta. Durante a conversa, Ana D. soltou uma carta importante do seu baralho de segredos: “se concordares, ficamos numa boa em minha casa e sempre que quiseres é só me ligar. Assim, evitas procurar gajas em vão”. E disse mais: “se quiseres um trabalho bem completo, incluindo strip tease, podemos negociar outro preço”.
Descobrimos que funciona um circuito de prostituição ao domicílio, e Ana D. está nesse circuito. Os aposentos são no Bairro Azul. A mobília é de qualidade. Ana disse que deixou de trabalhar há dois meses numa loja de roupas. Para “curtir” com um cliente durante uma noite, na sua casa, a jovem prostituta cobra 150 dólares. Revelou que nem sempre é possível cobrar tal preço, “tudo depende das circunstâncias”, frisou com um sorriso atraente.
Paula veste mini-saia preta e uma blusa da mesma cor. Tem cabelos longos e voz afectuosa: “se não és medroso podemos ir para minha casa, mas vais pagar 100 dólares”. Paula diz que “atende” nove clientes por dia, e ainda lhe sobra a noite para um “serviço especial”.
Mora no Bairro Mártires de Kifangondo e a casa tem uma decoração avermelhada e romântica. É tudo muito limpo e asseado. Põe um CD de Celine Dion e logo a seguir avança Bonga. Paula garante que a sua família não sabe da sua vida e nem sempre anda no “negócio”.
Tal como a Ana, Paula exige sempre aos clientes o preservativo: “não é qualquer um que trago a casa. Às vezes o coração dá um palpite que vale a pena e nunca me enganei ”.
A nossa reportagem registou casos semelhantes de prostitutas que praticam o serviço/negócio do sexo no domicílio, particularmente às sextas-feiras e sábados. Aos domingos, a maré é baixa e quase não aparecem clientes.
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